Durante a manhã de Quarta Feira dia 7 de Abril, Paulo Casaca visitou a sede da UMAR-Açores. Conheceu as instalações e organizou-se uma reunião com todas as colaboradoras e estagiárias da associação. O objectivo foi o de conhecer a realidade da associação, o seu trabalho, necessidades e vivências. Com sabor a café e com a sala preparada em ambiente de pesca discutiram-se diferentes temas e diferentes opiniões e vidas foram partilhadas. O projecto " Mulher na Pesca" mereceu destaque.
À tarde Colaboradoras da UMAR-Açores, representantes do ama, porto de abrigo e Mulheres pescadoras (na terra e no mar), o Eurodeputado e a Presidente da comissão consultiva para o direito das Mulheres Helena Viveiros , juntaram-se para se ouvirem palavras sobre os diferentes projectos incluindo o mar e as mulheres que nele trabalham e para se dar a voz a algumas dessas mulheres.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
O Papel da Mulher no Desenvolvimento de uma Pesca Sustentável
Programa da visita do Eurodeputado Paulo Casaca e da Presidente da Comissão Consultiva Regional Para Os Direitos Das Mulheres, Helena Viveiros no âmbito da Temática O Papel da Mulher no Desenvolvimento de uma Pesca Sustentável :
10:00/11:00 – Visita à UMAR – Açores Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres
Num espaço com fotos imagens de mulheres na pesca nos Açores
15:00/15:45 - Visita ao Porto de Rabo de Peixe
16:00/17:30 – Conferência na Associação Marítima Açoriana
em Rabo de Peixe
16:00/17:00 - Painel I - “Novos Caminhos em Terra e no Mar: Testemunhos das Mulheres na Pesca”
Oradoras:
Clarisse Canha, Presidente da UMAR-Açores
Testemunhos de:
Lurdes, armadora
Lina, mulher de pescador
Zilda, pescadora
.... , trabalhadoras na fábrica de Atum
*Numa dinâmica orientada por Maria José Raposo ( UMAR-Açores)
16:40/17:00 - Painel II – “As mulheres na Pesca: uma conquista e um desafio”
Oradora:
Helena Viveiros, Presidente da Comissão Consultiva Regional para os Direitos das Mulheres
17:00/17:30 –Debate e conclusões
17:30/18:30 – Conferência de Imprensa
10:00/11:00 – Visita à UMAR – Açores Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres
Num espaço com fotos imagens de mulheres na pesca nos Açores
15:00/15:45 - Visita ao Porto de Rabo de Peixe
16:00/17:30 – Conferência na Associação Marítima Açoriana
em Rabo de Peixe
16:00/17:00 - Painel I - “Novos Caminhos em Terra e no Mar: Testemunhos das Mulheres na Pesca”
Oradoras:
Clarisse Canha, Presidente da UMAR-Açores
Testemunhos de:
Lurdes, armadora
Lina, mulher de pescador
Zilda, pescadora
.... , trabalhadoras na fábrica de Atum
*Numa dinâmica orientada por Maria José Raposo ( UMAR-Açores)
16:40/17:00 - Painel II – “As mulheres na Pesca: uma conquista e um desafio”
Oradora:
Helena Viveiros, Presidente da Comissão Consultiva Regional para os Direitos das Mulheres
17:00/17:30 –Debate e conclusões
17:30/18:30 – Conferência de Imprensa
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Livro “Artes da Pesca Artesanal dos Açores”
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No dia 22 de Março, no âmbito da PrimArte, actividades de Primavera organizadas pela Câmara Municipal da Ribeira Grande, foi lançado o livro Artes da Pesca Artesanal dos Açores, editado pela AMA, da autoria de Luis Rodrigues. No lançamento deste livro estiveram elementos da direcção da UMAR-Açores e mulheres pescadoras, pois este livro também lhes diz respeito.
sexta-feira, 27 de março de 2009
CCRs reune em Gran Canária

Nos dias 4, 5 e 6 de Março, teve lugar em Gran Canária, reuniões de Grupo do Conselho Consultivo da Região Sul (CCR-Sul), onde participaram as diferentes entidades que compõem este organismo: associações do sector produtivo, da administração e da área da cidadania. A delegação dos Açores, composta por diversas organizações, integrou também, representantes do associativismo feminino ligado ao sector piscatório: UMAR-Açores e Ilhas em Rede - Associação de Mulheres da Pesca dos Açores.
Foram momentos e oportunidade de aprendizagem articulando a visão do local e do global, com reforço do associativismo e o conhecimento das realidades territoriais, onde o papel das mulheres necessita ser mais valorizado e reconhecido, com vista ao verdadeiro desenvolvimento.
segue o link: http://www.ccr-s.eu/pt/
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Newsletter da Aktea
Aqui vai o boletim mensal relativo ao mês de Dezembro da Aktea (A rede Europeia de Organizações de Mulheres na Pesca e da Aquicultura).Infelizmente está apenas disponível em língua estrangeira:
aktea10_fr2[1]
aktea10_fr2[1]
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Novo site Umar-Açores
O novo Site da Umar-Açores, cujo link esta disponível neste blog, está também a ser actualizado. Aqui podem-se encontrar os diferentes projectos, valências e actividades que foram e estão a ser realizadas pela associação.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Movimento Continuo
Apesar do blog ter estado em "stand by" durante este tempo, isto não quer dizer que não tenham ocorrido acontecimentos de interesse durante esta pausa. Pode-se ver este movimento continuo no blog da Ilhas em Rede, que surgiu durante o ano passado a partir da temática das Mulheres na Pesca. Neste blog poderão encontrar um link de ligação.
Artigo Publicado na página Voz dos Marítimos, pelo Jornal Açoriano Oriental Referente ao livro Estamos cá. Existimos. Mulheres na Pesca nos Açores
“Estamos cá. Existimos. As Mulheres na Pesca nos Açores”
Sempre existimos e Persistimos!
O lançamento do livro Estamos cá. Existimos. As Mulheres na Pesca nos Açores, foi mais uma “luta” alcançada pela UMAR – Açores que veio dar, mais uma vez, “voz” às mulheres na sua caminhada pela Igualdade e Valorização. Este livro tem como objectivo promover e intervir no âmbito das pescas, mais precisamente na luta pela visibilização das Mulheres que trabalham na Pesca, pela Igualdade de Género no sector. Assim, se pretende apoiar e criar uma Rede de Mulheres da pesca e apoiar iniciativas inclusivas de Mulheres.
A presença das mulheres na pesca sempre existiu, mas agora com este projecto se tornou mais visível. As mulheres na pesca sempre foram uma mais valia, mas agora este livro veio dar a conhecer e tornar reconhecido o contributo das mulheres neste sector. Apesar do número de mulheres neste sector ser inferior ao dos homens, estas exercem uma actividade profissional, ainda que remunerada de forma desigual e insuficiente.
Dado isto, as mulheres pretendem ser reconhecidas profissional, cultural e socialmente como sendo pescadoras e poderem participar nos processos de decisão relacionados com este sector. Com a experiência destas mulheres e dos homens do mar os Açores podem vir a beneficiar tanto economicamente como culturalmente, como foi referido pelo Secretário das Pescas, Marcelo Pamplona, no dia do lançamento do livro.
As mulheres têm vindo a contribuir activamente para o sucesso deste sector, não só e apenas na comercialização do pescado, como é do conhecimento do público em geral, mas também a limpeza da embarcação e viatura do pescado, a captura do pescado, no apetrechamento das embarcações, na embalagem do pescado, na preparação das artes de pesca, na preparação de isca e aparelhos para a pesca e na questão financeira. Aquando do lançamento do livro, a pescadora Zilda Silva deu o seu testemunho referindo que ela também sai para o mar de madrugada e quando regressa a terra mais trabalho relacionada com esta arte lhe espera. Desta forma, concluímos que as mulheres na pesca trabalham tanto ou até mais do que os homens, pois se da parte deles é necessária a força física, da parte da mulher é necessário o engenho para retirar os peixes da rede.
O dia 23 de Janeiro foi o dia da apresentação do livro, mas também um dia em que as protagonistas foram as Mulheres pescadoras que na presença de algumas figuras proeminentes do sector das pescas foram reconhecidas e incentivadas a prosseguir nas suas ambições e sonhos, o de serem reconhecidas como sendo pescadoras de profissão. Estas mesmas se orgulham desta profissão e esperam ver certificado o seu trabalho, uma vez que contribuem directamente para a produtividade do sector piscatório, para a melhoria das condições familiares e enriquecimento da comunidade piscatória
Concluímos, que este livro foi apenas mais “um passo em frente” na caminhada a que as mulheres ainda são obrigadas a fazer para verem reconhecidas um direito de todos os seres humanos, o de terem igualdade de oportunidades.
Este estudo e agora livro teve e tem uma única pretensão, o de chamar à atenção para o facto de que as mulheres existem neste sector e que a sua presença vai persistir e de que a cooperação é o caminho a seguir para a integração efectiva da mulher. Igualmente, este estudo alerta para o facto de que as mulheres têm todo direito em participarem nas tomadas de decisão, tanto políticas como económicas, uma vez que estas decisões ditam o destino de todos nós, homens e mulheres.
Catarina Moniz
Socióloga – Estagiária na UMAR-Açores
Sempre existimos e Persistimos!
O lançamento do livro Estamos cá. Existimos. As Mulheres na Pesca nos Açores, foi mais uma “luta” alcançada pela UMAR – Açores que veio dar, mais uma vez, “voz” às mulheres na sua caminhada pela Igualdade e Valorização. Este livro tem como objectivo promover e intervir no âmbito das pescas, mais precisamente na luta pela visibilização das Mulheres que trabalham na Pesca, pela Igualdade de Género no sector. Assim, se pretende apoiar e criar uma Rede de Mulheres da pesca e apoiar iniciativas inclusivas de Mulheres.
A presença das mulheres na pesca sempre existiu, mas agora com este projecto se tornou mais visível. As mulheres na pesca sempre foram uma mais valia, mas agora este livro veio dar a conhecer e tornar reconhecido o contributo das mulheres neste sector. Apesar do número de mulheres neste sector ser inferior ao dos homens, estas exercem uma actividade profissional, ainda que remunerada de forma desigual e insuficiente.
Dado isto, as mulheres pretendem ser reconhecidas profissional, cultural e socialmente como sendo pescadoras e poderem participar nos processos de decisão relacionados com este sector. Com a experiência destas mulheres e dos homens do mar os Açores podem vir a beneficiar tanto economicamente como culturalmente, como foi referido pelo Secretário das Pescas, Marcelo Pamplona, no dia do lançamento do livro.
As mulheres têm vindo a contribuir activamente para o sucesso deste sector, não só e apenas na comercialização do pescado, como é do conhecimento do público em geral, mas também a limpeza da embarcação e viatura do pescado, a captura do pescado, no apetrechamento das embarcações, na embalagem do pescado, na preparação das artes de pesca, na preparação de isca e aparelhos para a pesca e na questão financeira. Aquando do lançamento do livro, a pescadora Zilda Silva deu o seu testemunho referindo que ela também sai para o mar de madrugada e quando regressa a terra mais trabalho relacionada com esta arte lhe espera. Desta forma, concluímos que as mulheres na pesca trabalham tanto ou até mais do que os homens, pois se da parte deles é necessária a força física, da parte da mulher é necessário o engenho para retirar os peixes da rede.
O dia 23 de Janeiro foi o dia da apresentação do livro, mas também um dia em que as protagonistas foram as Mulheres pescadoras que na presença de algumas figuras proeminentes do sector das pescas foram reconhecidas e incentivadas a prosseguir nas suas ambições e sonhos, o de serem reconhecidas como sendo pescadoras de profissão. Estas mesmas se orgulham desta profissão e esperam ver certificado o seu trabalho, uma vez que contribuem directamente para a produtividade do sector piscatório, para a melhoria das condições familiares e enriquecimento da comunidade piscatória
Concluímos, que este livro foi apenas mais “um passo em frente” na caminhada a que as mulheres ainda são obrigadas a fazer para verem reconhecidas um direito de todos os seres humanos, o de terem igualdade de oportunidades.
Este estudo e agora livro teve e tem uma única pretensão, o de chamar à atenção para o facto de que as mulheres existem neste sector e que a sua presença vai persistir e de que a cooperação é o caminho a seguir para a integração efectiva da mulher. Igualmente, este estudo alerta para o facto de que as mulheres têm todo direito em participarem nas tomadas de decisão, tanto políticas como económicas, uma vez que estas decisões ditam o destino de todos nós, homens e mulheres.
Catarina Moniz
Socióloga – Estagiária na UMAR-Açores
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